A banda Nuna apresenta o single “Vozes”, um lançamento que marca mais um passo firme na fase mais consciente, intensa e madura do grupo. A faixa chega como um reflexo direto de transformação — não apenas musical, mas também pessoal e emocional.
Desde sua reformulação, a Nuna vem construindo uma identidade sólida dentro da nova cena do pop rock nacional, transitando com naturalidade entre o pop punk melódico, o rock alternativo e o power pop. Em “Vozes”, essa mistura ganha ainda mais força, com guitarras evidentes, base rítmica pulsante e uma entrega vocal que equilibra suavidade e agressividade.
A música mergulha em um tema profundo: o momento em que sobreviver deixa de ser suficiente e viver passa a ser uma escolha consciente. A narrativa simbólica conduz o ouvinte por uma jornada interna de mudança, onde o peso invisível começa a se dissipar e a possibilidade de recomeço se torna real.
Com construção orgânica, a faixa nasce a partir da harmonia inicial na guitarra, evolui com as melodias e letras e ganha corpo com a banda e a produção de Vini Nalon. O resultado é uma música coesa, carregada de nuances e com forte impacto emocional.
A proposta da Nuna vai além do som: transformar experiências pessoais em conexão direta com o público. Em “Vozes”, essa intenção se concretiza com clareza, trazendo uma mensagem sobre coragem, tempo e a decisão de atravessar os próprios limites.
O lançamento vem acompanhado de um videoclipe dirigido por Thomas Alexander, que amplia a narrativa da música com uma abordagem visual intensa e simbólica, reforçando ainda mais o conceito do projeto.
Com uma trajetória que passa por diferentes fases — desde os tempos como Sem Meia até a consolidação como Nuna — a banda segue evoluindo e reafirmando sua identidade dentro do cenário independente.
O single chega com o suporte da Marã Música, fortalecendo a estratégia de lançamento e ampliando o alcance da banda no mercado.
Dentro da curadoria da SSROCK, “Vozes” se destaca pela energia, pela construção emocional e pela capacidade de transformar reflexão em música direta e conectiva.
Aqui, mudar não é opção — é movimento.
